É a cidade mais populosa dos Estados Unidos, com 8 milhões de habitantes, tem a sede da Organização das Nações Unidas e grande variedade étnica e racial. É uma cidade rica mas com grande desigualdade social, tem muitos sem abrigo, que vivem nas ruas. Esta é actualmente a grande cidade mais segura dos Estados Unidos e continua a ser considerada uma das cidades mais interessantes e fascinantes para muita pessoas, atraindo mais turistas do que qualquer outra cidade americana. Também é considerada a cidade mais cosmopolita do mundo. Tem muitos e famosos museus. Por exemplo, o Metropolitan Museum of Art que eu muito gostaria de visitar. Este Museu é enorme, com cerca de 250 salas e mais de 2 milhões de obras de arte de todos os tempos e lugares, desde peças do neolítieo à arte islâmicas, passando pela arte moderna de Picasso.
Tem tantos pontos de interesse…. Mas só vos vou contar como é depois das férias…
segunda-feira
Nova Iorque - 1ª parte
quinta-feira
15 de Novembro - Dia da Língua Gestual Portuguesa

Conferência Internacional 'CULTURA SURDA' |
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A Associação Portuguesa de Surdos vai organizar a Conferência Internacional sobre o tema “CULTURA SURDA” no âmbito do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, que se realizará no Cinema S. Jorge, em Lisboa, no dia 15 de Novembro de 2008. |
É uma língua visual, baseada em movimentos, configuração e orientação das mãos, na expressão facial e corporal.
Não sendo universal, a língua gestual tem regras fixas e uma gramática própria. Daí que se torne quase impossível utilizar em simultâneo a língua oral e a língua gestual, porque têm gramáticas diferentes.
**** videos em LGP
segunda-feira
Castelo de Vide
Eu e minha irmã gostamos muito de ir à piscina, que é perto, a cerca de 5 minutos. Só há uma piscina, mas é nova, foi construída no ano passado. A minha irmã prefere sempre ir à piscina ou à praia, mas eu fico farto porque isto cansa-me muito, sempre a mesma coisa, todo o dia, eu também gosto de piscina e de praia, mas menos tempo porque gosto de variar, de passear, de conhecer pessoas e locais. Castelo de Vide é uma terra muito bonita, com muitas coisas para conhecer, ver, tornar a ver, então gosto mais de ir passear do que ficar todo o dia dentro de água ou deitado ao sol.
Proponho-vos o seguinte Roteiro:
- Igreja Matriz de Santa Maria da Devesa, do séc.XVII.
- Fonte do Ourives.
Em mármore branco, de 1889. O nome vem do facto de no local ter havido uma loja de ourives.
- Fonte de Martinho.

Situada já à saída de Castelo de Vide, em direcção a Portalegre, esta fonte é dos finais do séc. XVII.
- Fonte da Vila.

- Fonte do Montorinho.
Para além das fontes, de que muito gosto, é fundamental a visita à Judiaria

não esquecendo o interior do espaço muralhado, de onde se têm vistas deslumbrantes da planície alentejana
e, finalmente, apreciar o rico artesanato local
quinta-feira
PORTALEGRE
foto da webHá três anos, fui a Portalegre, a casa dos meus avós, para os ver mas também para conhecer melhor a cidade e a sua história. No dia seguinte a ter chegado, fui, com os meus pais e irmã ao Museu, ver as histórias de Portalegre, eu queria saber mais sobre a terra dos meus avós, como nasceu, como se desenvolveu, o que aconteceu de importante nesta cidade do Alto Alentejo, terra de escolha do escritor José Régio e a quem fez o poema “Toada de Portalegre”. Agora já percebi que Portalegre é uma das mais antigas cidades de Portugal. Quando eu estava a andar, de repente uma fotografia enorme, tirada talvez de avião ou de helicóptero, chamou a minha atenção. Nesta foto está toda a cidade e os arredores, gostei muito de ver. Também gostei de apreciar outros quadros, e as famosas louças e tapeçarias de Portalegre.
O museu é muito interessante, porque lá há muitos quadros para ver e coisas antigas para aprender. Os meus pais também ficaram muito interessados. Enfim nós gostámos muito de ver o Museu de Portalegre e havemos de lá voltar.
Infelizmente, eu não tirei nem uma foto, porque me esqueci da máquina em casa dos meus avós e eu fiquei triste, porque queria guardar as fotos para me lembrar.
De José Régio, “Toada de Portalegre”
Em Portalegre, cidade
Do Alto Alentejo, cercada
De serras, ventos, penhascos, oliveiras e sobreiros
Morei numa casa velha,
À qual quis como se fora
Feita para eu Morar nela...
Cheia dos maus e bons cheiros
Das casas que têm história,
Cheia da ténue, mas viva, obsidiante memória
De antigas gentes e traças,
Cheia de sol nas vidraças
E de escuro nos recantos,
Cheia de medo e sossego,
De silêncios e de espantos,
- Quis-lhe bem como se fora
Tão feita ao gosto de outrora
Como as do meu aconchego.
Em Portalegre, cidade
Do Alto Alentejo, cercada
De montes e de oliveiras
Ao vento suão queimada
( Lá vem o vento suão!,
Que enche o sono de pavores,
Faz febre, esfarela os ossos,
E atira aos desesperados
A corda com que se enforcam
Na trave de algum desvão...)
Em Portalegre, dizia,
Cidade onde então sofria
Coisas que terei pudor
De contar seja a quem fôr,
Na tal casa tosca e bela
À qual quis como se fora
Feita para eu morar nela,
Tinha, então,
Por única diversão,
Uma pequena varanda
Diante de uma janela
Toda aberta ao sol que abrasa,
Ao frio que tosse e gela
E ao vento que anda, desanda,
E sarabanda, e ciranda
De redor da minha casa,
Em Portalegre, cidade
Do Alto Alentejo, cercada
De serras, ventos, penhascos e sobreiros
Era uma bela varanda,
Naquela bela janela!
Serras deitadas nas nuvens,
Vagas e azuis da distância,
Azuis, cinzentas, lilases,
Já roxas quando mais perto,
Campos verdes e Amarelos,
Salpicados de Oliveiras,
E que o frio, ao vir, despia,
Rasava, unia
Num mesmo ar de deserto
Ou de longínquas geleiras,
Céus que lá em cima, estrelados,
Boiando em lua, ou fechados
Nos seus turbilhões de trevas,
Pareciam engolir-me
Quando, fitando-os suspenso
Daquele silêncio imenso,
Sentia o chão a fugir-me,
- Se abriam diante dela
Daquela
Bela
Varanda
Daquela
Minha
Janela,
Em Portalegre, cidade
Do Alto Alentejo, cercada
De serras, ventos, penhascos, oliveiras e sobreiros
Na casa em que morei, velha,
Cheia dos maus e bons cheiros
Das casas que têm história,
Cheia da ténue, mas viva, obsidiante memória
De antigas gentes e traças,
Cheia de sol nas vidraças
E de escuro nos recantos,
Cheia de medo e sossego,
De silêncios e de espantos,
À qual quis como se fora
Tão feita ao gosto de outrora
Como as do meu aconchego...
Ora agora,
?Que havia o vento suão
Que enche o sono de pavores,
Faz febre, esfarela os ossos,
Dói nos peitos sufocados,
E atira aos desesperados
A corda com que se enforcam
Na trave de algum desvão,
Que havia o vento suão
De se lembrar de fazer?
Em Portalegre, dizia,
Cidade onde então sofria
Coisas que terei pudor
De contar seja a quem for,
Que havia o vento suão
De fazer,
Senão trazer
Àquela
Minha
Varanda
Daquela
Minha
Janela,
O documento maior
De que Deus
É protector
Dos seus
Que mais faz sofrer?
Lá num craveiro, que eu tinha,
Onde uma cepa cansada
Mal dava cravos sem vida,
Poisou qualquer sementinha
Que o vento que anda, desanda,
E sarabanda, e ciranda,
Achara no ar perdida,
Errando entre terra e céus...,
E, louvado seja Deus!,
Eis que uma folha miudinha
Rompeu, cresceu, recortada,
Furando a cepa cansada
Que dava cravos sem vida
Naquela
Bela
Varanda
Daquela
Minha
Janela
Da tal casa tosca e bela
Á qual quis como se fora
Feita para eu morar nela...
Como é que o vento suão
Que enche o sono de pavores,
Faz febre, esfarela os ossos,
Dói nos peitos sufocados,
E atira aos desesperados
A corda com que se enforcam
Na trave de algum desvão,
Me trouxe a mim que, dizia,
Em Portalegre sofria
Coisas que terei pudor
De contar seja a quem for,
Me trouxe a mim essa esmola,
Esse pedido de paz
Dum Deus que fere ... e consola
Com o próprio mal que faz?
Coisas que terei pudor
De contar seja a quem for
Me davam então tal vida
Em Portalegre; cidade
Do Alto Alentejo, cercada
De serras, ventos, penhascos, oliveiras e sobreiros,
Me davam então tal vida
- Não vivida!, sim morrida
No tédio e no desespero,
No espanto e na solidão,
Que a corda dos derradeiros
Desejos dos desgraçados
Por noites do tal suão
Já varias vezes tentara
Meus dedos verdes suados...
Senão quando o amor de Deus
Ao vento que anda, desanda,
E sarabanda, e ciranda,
Confia uma sementinha
Perdida entre terra e céus,
E o vento a trás à varanda
Daquela
Minha
Janela
Da tal casa tôsca e bela
À qual quis como se fôra
Feita para eu morar nela!
Lá no craveiro que eu tinha,
Onde uma cepa cansada
Mal dava cravos sem vida,
Nasceu essa acàciazinha
Que depois foi transplantada
E cresceu; dom do meu Deus!,
Aos pés lá da estranha casa
Do largo do cemitério,
Frente aos ciprestes que em frente
Mostram os céus,
Como dedos apontados
De gigantes enterrados...
Quem desespera dos homens,
Se a alma lhe não secou,
A tudo transfere a esperança
Que a humanidade frustrou:
E é capaz de amar as plantas,
De esperar nos animais,
De humanizar coisas brutas,
E ter criancices tais,
Tais e tantas!,
Que será bom ter pudor
De as contar seja a quem for!
O amor, a amizade, e quantos
Mais sonhos de oiro eu sonhara,
Bens deste mundo!, que o mundo
Me levara,
De tal maneira me tinham,
Ao fugir-me, Deixando só, nulo, vácuos, A mim que tanto esperava
Ser fiel,
E forte,
E firme,
Que não era mais que morte
A vida que então vivia,
Auto-cadáver...
E era então que sucedia
Que em Portalegre, cidade
Do Alto Alentejo, cercada
De serras, ventos, penhascos, oliveiras e sobreiros
Aos pés lá da casa velha
Cheia dos maus e bons cheiros
Das casa que têm história,
Cheia da ténue, mas viva, obsidiante memória
De antigas gentes e traças,
Cheia de sol nas vidraças
E de escuro nos recantos,
Cheia de medo e sossego,
De silêncios e de espantos,
- A minha acácia crescia.
Vento suão! obrigado...
Pela doce companhia
Que em teu hálito empestado
Sem eu sonhar, me chegara!
E a cada raminho novo
Que a tenra acácia deitava,
Será loucura!... mas era
Uma alegria
Na longa e negra apatia
Daquela miséria extrema
Em que vivia,
E vivera,
Como se fizera um poema,
Ou se um filho me nascera.
Versos obtidos em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Toada_de_Portalegre"
segunda-feira
El Loco, O Escorpião Rei
O guarda-redes chama-se José René Higuita Zapata é natural da Colômbia, nasceu no dia 28 de Agosto de 1966 em Medellín, Colômbia. Ficou conhecido como El Loco, O Escorpião Rei porque no ano de 1998, durante o jogo entre a Colômbia e a Inglaterra, um jogador inglês tentou marcar um golo, mas o guarda-redes da Colômbia fez uma defesa espectacular, nunca antes vista, os espectadores ficaram impressionadas, levantaram-se, bateram palmas com muito entusiasmo, gritaram, foi um delírio. E a esta defesa de Higuita chamaram ‘defesa escorpião’ porque ele defendeu a entrada da bola na baliza com os pés levantados atrás tal e qual como o escorpião faz.

quinta-feira
9-10-2008
Lisboa, 09 de Outubro de 2008
Carlos,
Olá! Tudo bem? Como foi o dia na tua escola? Correu bem?
Olha, preciso de combinar um encontro contigo para te dar o teu trabalho, deve estar a fazer-te falta, não? Responde logo que possas para vermos como nos podemos encontrar por causa do meu horário que é muito cheio.
Ouvi falar que a tua mãe está doente, espero que já esteja de boa saúde, ou que já esteja melhor. E com o teu pai, está tudo bem? Na semana passada, vi o teu pai quando ia a atravessar na passadeira e ele tinha um aspecto de muita confiança, não parava de sorrir. Novidade: durante um mês vou estar sozinho porque os meus pais foram em trabalho para a Dinamarca. É engraçada a situação, por um lado, é mais difícil para mim porque tenho de fazer tudo, compras, comida, arrumar a casa, mas, por outro lado, é mais divertido porque eu posso sempre sair com os meus amigos quando quero sem ter de estar a pedir autorização. Queres aparecer um dia destes?
Não esqueças, responde-me depressa!
Um abraço do teu amigo,
André




